sexta-feira, 12 de março de 2010
missing or memories ? both
O que doí mais ? a saudade ? ou as memórias ? acho que ambas, até porque uma leva à outra. e quando te disserem : ''lembra-te das coisas boas'' , tretas, é o que é, lembrar das coisas boas não me vai fazer mais feliz, apenas lembrar de como fui feliz e agora isso acabou, e não haverá mais momentos desses, e que agora não passam de memórias, memórias que deixam saudade. E quando ambas se decidem juntar provocam uma dor enorme, dor a qual ja cá estava, apenas pretende chamar atenção e dizer : '' eu estou aqui, não me vês? olha como sofro, não penses que te livras de mim'' relembrar-me de que a minha ferida não sarou nem vai sarar, apenas habituei-me a ela. e na verdade é o que acontece. Habituei-me a ela, não me esqueci, doí todos os dias, a todas as alturas da minha vida, apenas aprendi a conviver com ela dentro de mim. Para bem dos meus males tenho pessoas na minha vida cuja a presença, e por vezes um simples sorriso relembra-me que nem tudo esta perdido, apesar de tudo ainda tenho muita gente pela qual me faz feliz, e mereço retribuir-lhes essa felicidade. Porque o que custa mais não é perder, é relembrarmos a perda, e apercebermos de que realmente perdemos.
terça-feira, 9 de março de 2010
friendship
(escrito a 8 de Fevereiro de 2008)
''15-9-2006, primeiro dia de aulas, ia começar aquela rotina de acordar,papar e escolinha. As férias de Verão acabaram, apesar da tristeza de todos nós, estavamos com grande vontade de começar um novo ano e com a curiosidade de saber quem eram os novos alunos que iam entrar para a nossa turma. Quatro, eram as nossas coleguinhas novas que tinham entrado no 8ºA, duas delas tinham chumbado, as outras duas tinham vindo de outra escola, a Bárbara e a Sofia tinham chumbado e a Ana catarina e a Sara vinham de outra escola. Nao tinha muito vontade de meter conversa com elas.Os dias de apresentação passaram-se rápido, começaram as aulas a sério, a DT tinha-nos posto por ordem numérica e eu só desejava não ficar com nenhuma das alunas novas, acho que nao me iria sentir à vontade, mas pelos visto, a sorte nao estava do meu lado pois eu era o nº3 e a Bárbara era o nº4. Foi super estranho. Eu nem olhava para a cara dela, aliás não olhavamos uma para a outra, eu pensava que ela era uma daquelas com muita mania e que vinham para
aqui a pensar que mandavam em quem quisessem, como tinha chumbado, apesar de eu saber que podia não ter nada a ver mas não sei foi só uma intuição, e preferi não dizer nada. Os dias foram passando, até que um dia eu não sabia onde iamos ter aulas a seguir e refleti uns momentos até que ganhei coragem, apesar de ter a minha consciêcia a dizer-me vai, não não vás, vaiii.. até que eu deixe a consciêcia de parte e .. “Olha, sabes onde vamos ter aulas a seguir?” tava super envergonhada, foi terrível. Ela atrapalhou-se uma bocado mas com um sorriso envergonhado e super simpática, como se já tivesse à mais tempo à espera que eu falasse , “Aqui.” “Obrigado..Chamas-te Bárbara nao é?” agradeci-lhe, e achei que foi o melhor momento de intervir. “Sim.” E continuamos a falar de umas poucas coisas. A minha opinão sobre ela mudou a partir desse momento, ela parecia muito simpática e não achava justo deixa-la de parte sem amigos numa turma, como as outras não lhe ligavam nenhuma. Queria conhece-la um pouco mais. Ao longo do tempo começamos a falar mais, durante as aulas descobriamos coisas em comum e coisas uma da outra. Até que numa aula de Ciências quando a stora tava a pôr uma cena no retroprojector eu falei-lhe do Miller, um actor, disse que gostava mesmo bué dele e por sinal ela disse que também o achava muito giro, e eu solto um gritinho super feliz: “Iupiiiiiiiiiiiiiiiiiiii” ela desmanchou-se a rir e eu não fiquei atrás, ficamos o resto da aula assim e qualquer coisa era motivo de riso nesse dia, e nos outros também. Mal nós sabiamos que estava ali a crescer uma amizade e que ainda iamos ter muitas aventuras e gargalhadas
pela frente.''
''15-9-2006, primeiro dia de aulas, ia começar aquela rotina de acordar,papar e escolinha. As férias de Verão acabaram, apesar da tristeza de todos nós, estavamos com grande vontade de começar um novo ano e com a curiosidade de saber quem eram os novos alunos que iam entrar para a nossa turma. Quatro, eram as nossas coleguinhas novas que tinham entrado no 8ºA, duas delas tinham chumbado, as outras duas tinham vindo de outra escola, a Bárbara e a Sofia tinham chumbado e a Ana catarina e a Sara vinham de outra escola. Nao tinha muito vontade de meter conversa com elas.Os dias de apresentação passaram-se rápido, começaram as aulas a sério, a DT tinha-nos posto por ordem numérica e eu só desejava não ficar com nenhuma das alunas novas, acho que nao me iria sentir à vontade, mas pelos visto, a sorte nao estava do meu lado pois eu era o nº3 e a Bárbara era o nº4. Foi super estranho. Eu nem olhava para a cara dela, aliás não olhavamos uma para a outra, eu pensava que ela era uma daquelas com muita mania e que vinham para
aqui a pensar que mandavam em quem quisessem, como tinha chumbado, apesar de eu saber que podia não ter nada a ver mas não sei foi só uma intuição, e preferi não dizer nada. Os dias foram passando, até que um dia eu não sabia onde iamos ter aulas a seguir e refleti uns momentos até que ganhei coragem, apesar de ter a minha consciêcia a dizer-me vai, não não vás, vaiii.. até que eu deixe a consciêcia de parte e .. “Olha, sabes onde vamos ter aulas a seguir?” tava super envergonhada, foi terrível. Ela atrapalhou-se uma bocado mas com um sorriso envergonhado e super simpática, como se já tivesse à mais tempo à espera que eu falasse , “Aqui.” “Obrigado..Chamas-te Bárbara nao é?” agradeci-lhe, e achei que foi o melhor momento de intervir. “Sim.” E continuamos a falar de umas poucas coisas. A minha opinão sobre ela mudou a partir desse momento, ela parecia muito simpática e não achava justo deixa-la de parte sem amigos numa turma, como as outras não lhe ligavam nenhuma. Queria conhece-la um pouco mais. Ao longo do tempo começamos a falar mais, durante as aulas descobriamos coisas em comum e coisas uma da outra. Até que numa aula de Ciências quando a stora tava a pôr uma cena no retroprojector eu falei-lhe do Miller, um actor, disse que gostava mesmo bué dele e por sinal ela disse que também o achava muito giro, e eu solto um gritinho super feliz: “Iupiiiiiiiiiiiiiiiiiiii” ela desmanchou-se a rir e eu não fiquei atrás, ficamos o resto da aula assim e qualquer coisa era motivo de riso nesse dia, e nos outros também. Mal nós sabiamos que estava ali a crescer uma amizade e que ainda iamos ter muitas aventuras e gargalhadas
pela frente.''
quinta-feira, 4 de março de 2010
strike
Hoje houve greve de funcionários, acordei as 7.30, para estar na escola as 8.10 e voltar para casa. Soube tão bem! Mas ainda sabia melhor se tivesse sido numa sexta, ou segunda, mas bom, já nao é mau. Vim para casa, e fiquei por cá. Ainda me convidaram para ir ao cinema, mas recusei, preferi ver um filme aqui mesmo, com o meu namorado. Amanha volta tudo ao mesmo, escola e escola... Enfim, também já não falta muito para entrar de férias, eheh.
E assim se passou mais um dia, amanha há mais...
E assim se passou mais um dia, amanha há mais...
segunda-feira, 1 de março de 2010
miss a thing
Não sei por qual página hei-de começar, mas talvez por uma nova.
A minha vida é simples, vivo à minha maneira, e sou aquilo que a vida me ensinou a ser.
Não posso estar muito agradecida para com ela, esta é a verdade, apenas pelo facto de me ter tornado mais forte, e de ainda ter pessoas maravilhosas a minha volta, mas admito, que por mais forte que ela me ensine a ser, tenho imensos momentos de fraqueza, mais do que aqueles que eu queria. Ela tem-me tirado tudo, desde as pessoas que amo, aos momentos que sonhei ter. Deixei de sonhar partir de uma altura da minha vida, mais precisamente, a partir da altura que perdi o meu irmao ou irma, nem isso pude saber. Deixei de acreditar que depois da tempestade vem o bom tempo, porque nao veio, deixei de acreditar que tudo vai passar rápido, porque nao passa. Eu mudei, e tenho tanta pena dessa mudança, era das raparigas mais sonhadoras que alguem podia conhecer, para mim havia sempre solução para tudo, de uma coisa pequena eu fazia o impensável, e para um problema havia de encontrar a resolução, nao sabia dizer que nao a um obstáculo, e era um coração mole. Agora sinto-me fria, magoada, e sem sonhos, ou pelo menos sem a vontade de os concretizar que antes tinha, digo um não com uma maior facilidade, e desisto de procurar a solução, apenas agora acho que elas nao existem. Mas há momentos que me sinto a mesma pessoa, como se nada tivesse mudado, mas isso apenas acontece quando estou com aqueles que me fazem feliz, e me dão motivos para sorrir, e enfrentar mais um dia nao tão bom. Sou feliz, mas irá sempre faltar algo, algo que nunca irei reaver.
A minha vida é simples, vivo à minha maneira, e sou aquilo que a vida me ensinou a ser.
Não posso estar muito agradecida para com ela, esta é a verdade, apenas pelo facto de me ter tornado mais forte, e de ainda ter pessoas maravilhosas a minha volta, mas admito, que por mais forte que ela me ensine a ser, tenho imensos momentos de fraqueza, mais do que aqueles que eu queria. Ela tem-me tirado tudo, desde as pessoas que amo, aos momentos que sonhei ter. Deixei de sonhar partir de uma altura da minha vida, mais precisamente, a partir da altura que perdi o meu irmao ou irma, nem isso pude saber. Deixei de acreditar que depois da tempestade vem o bom tempo, porque nao veio, deixei de acreditar que tudo vai passar rápido, porque nao passa. Eu mudei, e tenho tanta pena dessa mudança, era das raparigas mais sonhadoras que alguem podia conhecer, para mim havia sempre solução para tudo, de uma coisa pequena eu fazia o impensável, e para um problema havia de encontrar a resolução, nao sabia dizer que nao a um obstáculo, e era um coração mole. Agora sinto-me fria, magoada, e sem sonhos, ou pelo menos sem a vontade de os concretizar que antes tinha, digo um não com uma maior facilidade, e desisto de procurar a solução, apenas agora acho que elas nao existem. Mas há momentos que me sinto a mesma pessoa, como se nada tivesse mudado, mas isso apenas acontece quando estou com aqueles que me fazem feliz, e me dão motivos para sorrir, e enfrentar mais um dia nao tão bom. Sou feliz, mas irá sempre faltar algo, algo que nunca irei reaver.
hey!

Bom, criei este blog com o incentivo de uma amiga minha, já tive um há imenso tempo, mas acabei por o deixar de o usar. Achei uma boa altura para um novo, porque nao ?
Eu adro escrever, e das coisas que mais gosto, faço em todo o sítio, cadernos, diário, bolsas, quadros, num pedaço de papel que tenha perdido, e muito aqui, no pc. Escrevo quase todos os dias, quando sinto necessidade de desabafar, mas sem querer que ninguem saiba, e nao gosto de falar das minhas coisas más, e nao sei se me vou arrepender de vir a publicar alguns do meus textos aqui, num sitio tão.. publico. Mas vou tentar, chamo-me Andreia, e esta é altura de abrir o meu livro.
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